Tribunal mantém 20 anos para condenado por latrocínio

Crime ocorreu em dezembro de 2015

O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) manteve decisão de primeira instância que condenou a 20 anos de reclusão em regime fechado e pagamento de 10 dias-multa por latrocínio — roubo seguido de morte — a Alex Júnio de Vasconcelos. A decisão foi proferida em junho pelo relator Laerte Marrone, que rejeitou o recurso de apelação da defesa do réu. A decisão chegou essa semana ao MP.

Vasconcelos é acusado de matar por espancamento o lavrador José Luiz da Silva, de 37 anos. O crime ocorreu em 30 de dezembro de 2015 em Avanhandava (a 69 km de Araçatuba). A defesa pode recorrer da sentença. 

Apesar de ser um crime com morte, o latrocínio não é levado a júri popular, já que no entendimento do Judiciário é um delito praticado contra o patrimônio de uma pessoa e não um crime contra a vida. 

A vítima chegou a ser socorrida e transferida para a Santa Casa de Araçatuba, mas morreu em 3 de janeiro de 2016, por traumatismo crânio encefálico. Os familiares, na época, concordaram com a doação dos órgãos do paciente. 

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