Célio disse que ainda não teve acesso às decisões

Prefeito de Penápolis sofre dois reveses em uma semana

Faz menos de um mês que Célio retornou ao cargo

Menos de um mês após tomar posse para seu segundo mandato à frente da Prefeitura de Penápolis, Célio de Oliveira (PSDB) já se vê ameaçado de ficar inelegível. O TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) emitiu, na última terça-feira (30), parecer pela rejeição da prestação de contas do tucano referente a 2015, penúltimo ano de sua primeira gestão. 

Agora, o chefe do Executivo precisará que a Câmara, onde ele não tem maioria, derrube a manifestação da corte de contas para não correr risco de inelegibilidade, principal punição aplicada a políticos com contas rejeitadas.

Para piorar a situação do chefe do Executivo no Judiciário, um dia antes da derrota no TCE-SP, a Justiça de Penápolis determinou, em julgamento de ação por improbidade administrativa, a aplicação de multa de R$ 14,5 mil, equivalente ao salário que ele recebia em 2013 ou R$ 7 mil — devendo prevalecer o valor maior. Em ambas as decisões, Célio pode recorrer.

RECURSOS
Ao falar com a Folha da Região, na quarta-feira (31), Célio disse que ainda não teve acesso às decisões, mas vai apresentar defesa em ambos os processos, principalmente em relação à rejeição de contas por parte do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo). Sobre a multa no processo de improbidade administrativa, o tucano disse que vai recorrer dela, pois existia um setor de compras na Prefeitura, responsável pelo processo de aquisição e licitação. 

Em abril deste ano, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reformou uma sentença que havia cassado a candidatura do tucano nas eleições municipais do ano passado, por conta da Lei da Ficha Limpa. Sendo assim, ele tomou posse no último dia 13 de maio. 

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