Nalberto Vedovotto é coach, jornalista e escritor em Birigui

Nalberto Vedovotto: O coaching e a TV Globo

No último dia 2, a Rede Globo, por meio da novela “O Outro Lado do Paraíso”, trouxe importante subsídios ao entendimento do que é a metodologia coaching, inclusive citou o IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) como a escola de melhor formação do País na atualidade, o que me deixou envaidecido, pois foi nela que obtive o direito de utilizar o título de coach.

Falar de coaching é algo que me leva à emoção pura, e explico o motivo.
Em 1979, ao lado de outros empresários, fundamos a Associação das Indústrias de Calçados de Birigui, hoje Sinbi, e durante décadas fui o responsável pelo setor de treinamentos daquele sindicato patronal.

Sempre acreditei e sigo crendo que o saber é o único caminho para a verdadeira excelência do ser humano, daí fazer todo tipo de esforço naquela época (inclusive carregar literalmente nas costas: retroprojetor, tela, flip-chart, etc) para que tais conhecimentos chegassem aos empresários calçadistas.

Por Birigui passaram os maiores palestrantes do País (Roberto Shinyashiki, Lair Ribeiro, professor Gretz, Luís Marins, Mário Sérgio Cortella, Kanitz, entre outros), além da realização de todos os cursos, seminários e workshops que julgávamos de interesse, graças à parceria com o Sebrae – agência de Araçatuba, que foi o grande “motor” de nosso progresso nessa área.

Por que citar essa história? Para afirmar que o coaching é diferente de tudo, único, que entrega valor ao coachee (cliente). Aquilo que a personagem disse: “Sair do seu ponto A e chegar no ponto B”, significa atingir todos os objetivos a que a pessoa se propõe. Acontece todos os dias!

Nesses quatro anos em que atuo, nas áreas de life coaching, coaching vocacional, coaching de carreira e, por último, coaching de emagrecimento, posso enumerar dezenas de casos de sucesso total. Cem por cento? Claro que não! Você conhece algum caso de viciado em drogas (oficial ou não) que se livrou delas sem que tivesse disposto realmente a fazê-lo?

No coaching, do início ao fim do processo, depende unicamente do cliente. O coach, no caso, é o professor, o incentivador, o que cobra as ações e os resultados, por isso eles acontecem.

Espero que com o episódio dessa divulgação — gratuita ou marketing indireto do IBC — acredite um pouco mais no trabalho desse profissional, pois ele incentiva você a promover a introjeção, a buscar a “sua melhor versão” e colocá-lo primeiro na conquista de seus sonhos, seus objetivos e, concomitantemente, na construção de um mundo melhor para todos.

Está duvidando? Faça um teste. Nós profissionais de coaching, apesar de necessitarmos do dinheiro para nossa sobrevivência, colocamos o ideal de servir acima de qualquer interesse particular, e se você quiser provar o “sabor” desta maravilha, entre em contato com um profissional, no qual terá ciência se o processo faz sentido à sua vida.

Para reflexão, deixo a frase de Alfred Tennyson, poeta inglês: “O conhecimento chega, mas a sabedoria demora”.

LINK CURTO: http://folha.fr/1.388915

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