Nalberto Vedovotto é coach, jornalista e escritor em Birigui

Nalberto Vedovotto: Lulla na paella?

Dá-se a impressão que o dia 24 de janeiro está se transformando na data mais importante do Brasil! Parece que Tiradentes ressuscitou e está indo novamente para a forca! Eu te pergunto: Você tem medo do Lula? Eu não! Sabe por quê? Ele não tem três daquilo...

O MST te causa terror? Em mim não e cito os motivos. Não sou posseiro, jamais me apoderei de terras alheias, e tampouco sou proprietário de áreas improdutivas ou as arrendei à plantação indiscriminada de cana.

Você teme o MTST? Eu não. Nunca explorei meus empregados, desconheço ter me apoderado de uma agulha sequer do semelhante, e não construí imóveis e mais imóveis para viver no bem bom dos proventos de aluguéis.

Em pânico por conta da “onda vermelha”? Eu? Nem um tiquinho! Como brasileiro, aprendi desde pequeno a amar os valores verde-amarelos, a respeitar os principais símbolos da Pátria (língua, bandeira, hino, leis, etc) e, assim, como a grande maioria dos que nasceram neste país, a professar amor incondicional às cores azul, verde e amarela.

Ao que parece, no entanto, tem muita gente há muito tempo insone pela proximidade da próxima quarta-feira: em primeiro lugar as “forças ocultas”, que de ocultas não tem nada (ou seja, a elite que manda e desmanda no País); os políticos profissionais com contas pra pagar no “cartório”; parte do Judiciário comprometido com falcatruas, etc.

Não é possível que um cidadão há anos acusado dos maiores crimes de corrupção contra a Nação – desde o episódio do Mensalão (do Roberto Jefferson – o homem do olho roxo e que agora vai ser agraciado com um cargo de ministro para sua querida filhinha), até o famigerado Petrolão (com delatores confirmando sua participação – donos das maiores construtoras e até próprios companheiros do PT – Palocci), consegue passar incólume ante a Justiça!

Cá entre nós, tiro o chapéu para o preparo psicológico do “nobre companheiro” – ninguém consegue ficar meia hora sustentando uma inverdade ou denúncias improvadas, e ele garante que não fez nada, que nunca se apropriou de um único centavo do erário. Até Madre Tereza de Calcutá, se viva tivesse, acreditaria!

Acho que o povo brasileiro merece respeito. É chegada a hora do País ser passado a limpo, nem que para isso tenhamos que correr o risco do derramamento de sangue. Com exceção de cinco levantes pacíficos que ocorreram no mundo, desconheço outras revoluções que não fosse preciso o sacrifício de alguns cidadãos que pagaram com sua vida, o preço da liberdade coletiva.

Se o “homem” tem culpa a acertar com a lei, que seja igualado a: Maluf, Odebrecht, Eduardo Cunha, Geddel Lima, Cabral, etc; e que as autoridades assumam o seu papel de curadores da lei. 

Com todo respeito, se nada for provado após tantos e tantos anos de investigação – vou me transformar no maior cabo eleitoral do Lula nas eleições de 2018!

LINK CURTO: http://folha.fr/1.385456

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