Impacto foi tão violento que ele teve o motor arrancado

Mulher que bateu carro em caminhão no Guatambu não fazia test drive

A condutora tinha comprado o carro um dia antes

A professora de 44 anos que bateu o carro na lateral de um caminhão na tarde de terça-feira (8), na rodovia Senador Teotônio Vilela, conhecida como Guatambu, em Birigui, afirma que não fazia test drive com o veículo, conforme foi informado por testemunhas à Folha da Região no local da colisão.

Ela informa que comprou o Peugeot 206, ano 2004, um dia antes e que o veículo foi avaliado por um mecânico, estando em situação regular para trafegar. Apesar disso, para ela, pode ter ocorrido uma falha mecânica, o que poderá ser confirmado pela perícia. “Logo após o acidente, uma pessoa que seguia atrás do meu carro veio ao meu encontro, me ofereceu água e um lenço. Ela perguntou se o pneu tinha estourado, mas eu não sei o que aconteceu. Apenas senti como se tivesse passado sobre uma lombada. O carro subiu e voltou já desgovernado. Eu vi o caminhão no sentido contrário e tentei jogar para o acostamento, mas o volante não obedeceu”, conta.

A professora, que mora em Coroados, diz que é habilitada há 24 anos e sempre faz esse trajeto para Araçatuba. Ela afirma que não estava em velocidade superior à permitida na estrada, que é 80 quilômetros por hora. “Se eu tivesse perdido a direção sozinha, o carro teria puxado de uma vez”, explica. Com o impacto, o Peugeot teve a frente totalmente destruída e o motor foi arrancado. Apesar da violência da colisão, a professora fraturou um dos pés e um dos punhos. O filho dela, de 17 anos, que era passageiro, quebrou a unha de um dos dedos do pé.

SEM SEGURO
Como havia comprado o carro recentemente, ainda não tinha feito o seguro. O veículo, avaliado em aproximadamente R$ 12,8 mil, já foi deixado na casa dela e deverá ser vendido como sucata. O veículo está registrado no nome de um estacionamento de veículos de Birigui e os responsáveis não foram localizados.