Célio (esq.) e Rubinho não conseguiram diminuir despesas com deslocamentos

Crise política não conteve gastos com viagens em Penápolis

Foram quase R$ 16 mil no primeiro semestre

Nem mesmo a crise política enfrentada no começo do ano, em Penápolis, fez os gastos com viagens diminuírem no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2016, quando as relações entre prefeito, vereadores e demais lideranças políticas estavam mais amenas. 

No primeiro semestre deste ano, período em que a cidade teve dois prefeitos — o interino Rubens Bertolini (SD) e o eleito Célio de Oliveira (PSDB), a quantia gasta com deslocamentos foi de R$ 15.949,09. 

No ano passado, de janeiro a julho, foram dispensados R$ 11.841,76 com 12 viagens feitas por Célio, que, na maioria das vezes, dirigiu-se à capital paulista para audiências no Palácio dos Bandeirantes.

Segundo levantamento feito pela reportagem, Bertolini fez 12 viagens neste ano como chefe do Executivo interino, enquanto Célio, até o momento, cinco. Bertolini permaneceu no comando do município durante os primeiros quatro meses de 2017, por causa da cassação da candidatura de Célio. Porém, o tucano retornou ao cargo após julgamento de recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). 

A administração municipal informou, em nota, que o aumento das despesas se deve a um número maior de viagens efetuadas e fatores como aumentos do combustível, pedágios, entre outros. (Colaborou Ivan Ambrósio)


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