O encontro, afirma secretário, é como um 'café na casa da avó'

Roda do modão caipira é ali

Projeto Café com Viola já atendeu moradores de 12 bairros de Birigui

Um projeto que reúne música, interação e café da manhã vem fazendo parte da rotina dominical dos moradores de bairros de Birigui. Realizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o projeto Café com Viola leva música sertaneja e atrações culturais às localidades. Com café da manhã patrocinado por parcerias e cantores convidados pela pasta, a atividade ganha cada vez mais adeptos. O evento é realizado mensalmente em bairros distantes do centro.

O Café com Viola foi ideia do prefeito Cristiano Salmeirão, que faz questão de acompanhar as edições ao lado de seu secretariado. "Desenvolvemos o projeto em parceria com voluntários, incentivadores da música sertaneja. O custo para a prefeitura é zero, já que o café da manhã é doado e o cachê dos músicos é pago por parceiros admiradores a música sertaneja", explica o secretário de Cultura, Elder Scanferla. 

ATENDIDOS
Até o momento, 12 bairros já foram atendidos. A ideia da administração é levar o projeto para 48 bairros até o fim da gestão. O conta com a colaboração de escolas dos bairros atendidos. "O prefeito indica o bairro e nós levamos o projeto até lá. É uma forma de conhecer melhor as necessidades culturais e sociais deles dos moradores", enfatiza Scanferla. 

O encontro, segundo o secretário, é como um "café na casa da avó", com ares de informalidade e ambiente familiar. A iniciativa, ressalta Scanferla, possibilita uma linha direta com o prefeito no que diz respeito aos anseios da população, o que facilita o atendimento das demandas. "Um morador faz uma solicitação ao prefeito ao secretário, que em muitas vezes está lá, isso dinamiza o processo", explica o secretário de Cultura.

APROXIMAÇÃO
O acesso à cultura é um dos fatores que impulsionam o projeto. "Temos bairros com mais de cinco quilômetros de distância do centro. É muito difícil você fazer alguém sair no domingo de manhã, tomar um ônibus ou se deslocar ao centro de carro ou de moto. Quando a atividade é realizada perto de casa, a pessoa se estimula a participar e interagir culturalmente", diz o secretário. "Isso é acesso à cultura".

 

LINK CURTO: http://folha.fr/1.378829

Curta nossa fanpage e receba notícias pelo Facebook