Um dos macacos teria sido eletrocutado, segundo nota da Prefeitura

Prefeitura de Araçatuba recolhe macacos encontrados mortos no zoológico

Febre amarela estaria descartada, inicialmente

Dois macacos foram encontrados mortos no Zoológico Municipal Dr. Flávio Leite Ribeiro, em Araçatuba. A Prefeitura afirmou que os animais foram recolhidos e encaminhados para necrópsia.

Segundo a administração, em nota enviada na tarde desta segunda-feira (29), a suspeita é que a morte de um dos macacos tenha sido provocada por uma descarga elétrica provinda de um fio de alta-tensão urbana.

Na semana passada, outro macaco morreu no zoológico, mas, conforme o Executivo, "este era proveniente de uma residência onde seu tutor faleceu há 40 dias e a esposa dele não tem condições de ficar com o animal para cuidar". Ainda segundo a nota, trata-se de um animal particular que foi doado ao zoológico.

MATERIAIS
Foram coletados materiais para pesquisa e exames para a febre amarela. Os animais foram encaminhados ao instituto Adolfo Lutz para análise e a previsão dos resultados é que saiam até o final de fevereiro.

Em 2016, cinco macacos morreram. Todos foram necropsiados pelos médicos veterinários do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) e deram negativos para a doença. "A Prefeitura só notifica a população se caso algum animal for positivo da doença; o município vem fazendo vigilância para febre amarela desde 2012", destaca a administração.

VACINA
A Prefeitura reforçou que já intensificou a vacinação e podem tomar a dose somente pessoas que nunca se imunizaram. "Como ocorreu em muitos municípios, a partir de uma notícia sem certeza da doença como esta, a população se volta para o extermínio dos macacos, prática totalmente errada, já que eles nos ajudam a perceber a chegada da doença em nosso município", ressaltou a administração.

SERVIÇO
Caso apareça macaco morto perto de alguma residência, a população pode acionar imediatamente a equipe do CCZ pelo telefone (18) 3636-1180 para que os servidores façam a coleta do animal e encaminhem para a investigação epidemiológica.

LINK CURTO: http://folha.fr/1.386396

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