Artista plástico mostra cobrança no valor de R$ 326,94 referente ao consumo de 41m³ no mês de março

Morador reclama de conta de água que considera abusiva

O artista plástico Antônio Carlos Esgalha, 59 anos, residente na rua Dr. Luiz Nogueira Martins, 761, no bairro Bandeiras, alega que a Samar (Soluções Ambientais de Araçatuba) está cobrando um valor abusivo pela conta de água.

Ele conta que tudo começou em dezembro do ano passado. "Em dezembro, veio um valor mais alto que o normal. Achei estranho, mas não dei muita bola. Em março, recebi a conta no valor de R$ 360. Foi o ápice", afirma o artista plástico, ressaltando que pagava em média R$ 35 por mês.

Esgalha não pagou a conta, por não concordar com o preço cobrado. Com isso, a concessionária cortou o fornecimento e o contribuinte ficou dois meses sem água. 

Após negociar a dívida, tudo voltou ao normal. Entretanto, o morador não tem conhecimento do porquê estava sendo cobrado um valor tão alto, sendo que a residência não tinha nenhum vazamento. "Eu fiz a leitura do hidrômetro sequencialmente e a variação foi mínima. Eu não entendo porque o valor cobrado era tão alto. Como pode ser cobrado tão caro, sendo que eu não uso todo esse volume de água?", questiona. 

OUTRO LADO
A Samar informa, em nota, que no período reclamado o aumento do consumo foi sequencial, passando de uma média de 12 metros cúbidos por mês (fatura mínima) para 35 m³. Também ressalta que a concessionária orientou o cliente sobre possíveis vazamentos, mas não foi mais procurada para pedido de revisão de contas.

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