Mãe e filho são presos com maconha e cocaína

PM apreendeu droga na casa em 2017

Uma açougueira de 38 anos e o filho dela, um desempregado de 22, foram presos por tráfico de drogas na noite de terça-feira (14) após serem flagrados com porções de maconha e cocaína. Eles estavam em uma casa no residencial Porto Real 2, em Araçatuba, onde a polícia realizou outro flagrante de tráfico no ano passado.

Segundo o boletim de ocorrência, naquela ocasião foi preso pela Polícia Militar o companheiro da açougueira com grande quantidade de entorpecente. Recentemente, houve denúncia anônima de que a companheira dele e o filho teriam assumido o comércio de drogas no local.

Equipe estava em patrulhamento pelo bairro por volta das 23h30 de terça-feira e ao passar em frente à residência, viu o portão aberto e notou que o desempregado saía do imóvel. Porém, ao perceber a presença da viatura, ele retornou rapidamente para a casa.

Os policiais solicitaram apoio e entraram na residência, onde havia seis pessoas na varanda. Nada de ilegal foi encontrado e a açougueira disse que o filho dela estava apenas de passagem, pois residia em outro imóvel, no bairro São José.

Foi realizada vistoria na casa e no quarto da mulher foram encontrados R$ 25,00 em dinheiro e 23 pacotes com papel de seda. Na cozinha, debaixo do botijão de gás, havia 54 porções de maconha dentro de uma sacola, e na sala, ao lado da televisão, foi encontrado um frasco contendo 20 pinos plásticos com cocaína.

A açougueira e o filho dela alegaram desconhecer a procedência do entorpecente, mas foram levados para o plantão policial junto com a droga e presos em flagrante. Após serem ouvidos, eles ficaram à disposição da Justiça.

CONDENAÇÃO
Durante a elaboração do boletim de ocorrência, foi constatado que havia em aberto um mandado de prisão da 2.ª Vara Criminal de Araçatuba, referente a processo em que ele foi condenado por furtar uma motocicleta, em junho de 2016, no bairro Guanabara. Na ocasião, ele foi preso em flagrante com duas chaves mixa e confessou o crime.

Em março do ano passado o réu foi condenado a 2 anos de reclusão, pena que foi convertida em prestação de serviços à comunidade, preferencialmente um tratamento para o vício de entorpecente, e pagamento de meio salário mínimo, parcelado em duas vezes, em favor de entidade filantrópica de Araçatuba.

Segundo consta no processo, a multa não foi paga pelo réu.

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