Há a possibilidade do desembarque de alguns atuais governistas se a situação persistir

Dilador não seria reeleito se eleição fosse hoje, avaliam aliados

Tucano poderia ter feito mais em 2017, acreditam

O primeiro ano da gestão do prefeito Dilador Borges (PSDB) se encerrou com a sensação, entre aliados e adversários, de que muito mais poderia ser feito em 2017. As reclamações são de que nenhuma grande obra foi realizada e não houve grandes mudanças internamente. 
 
Alguns mais pessimistas dizem que, se as eleições fossem hoje, o tucano não seria reeleito. E falam do desembarque de alguns atuais governistas se a situação persistir. Eles desejam cortes em comissionados e mais obras, entre elas, a solução dos problemas de asfalto. 
 
FINANÇAS
Outros entendem que não era possível ter feito mais por causa da situação financeira do município e destacam que o atual governo economizou muito. 
 
Por outro lado, até o momento, a gestão tucana não se envolveu em nenhum problema judicial neste primeiro ano, embora tenha sofrido desgastes com os episódios da contratação de parentes do ex-secretário de Assuntos Jurídicos Ermenegildo Nava e o parcelamento de dívida da ex-titular da Cultura Marly Garcia, referente a ares-condicionados da pasta, que desapareceram. 
 
EXPECTATIVA
A esperança entre os aliados de Dilador é de que o município possa realizar mais neste novo ano. Eles aguardam o início de pelo menos alguma grande obra, como a ligação entre avenida Pompeu de Toledo e a rodovia Marechal Rondon, a nova rodoviária ou a transformação do zoológico municipal em um parque, além da solução de problemas de buracos nas ruas e melhorias na área da saúde. (Ronaldo Ruiz Galdino)

ACESSE AQUI A COLUNA
'PERISCÓPIO'

LINK CURTO: http://folha.fr/1.382152