Daniela Devides é mastercoach, palestrante, advogada, pós-graduada em direito civil e diretora do Colégio Degrau Ambiental em Araçatuba

Daniela Devides: A ciência da felicidade

Em recente matéria publicada na revista Veja (edição 2569 -14/02/2018), a Ciência da Felicidade obteve destaque merecendo a capa desta edição. Nela, a repórter Maria Clara Vieira retrata de uma forma objetiva aquilo que está ganhando uma visão importante no mundo inteiro!

A felicidade estudada como ciência não é aquela coletiva, é a individual, ou seja, não é a comemoração do fim de uma guerra ou a conquista de um campeonato mundial, mas sim aquela que precisa ser pessoalmente cultivada e construída todos os dias. É o viver sendo feliz e não para ser feliz!

Se antes a psicologia se preocupava em investigar as doenças e suas causas, hoje a psicologia positiva aparece com foco nas emoções positivas, no uso das forças e virtudes e no bem-estar. Este é o apoio que precisamos para estabelecer a verdadeira felicidade em nossas vidas e assim conquistar o crescimento necessário para poder enfrentar todos as situações que tenhamos que passar.

Aprender e adquirir conhecimento em uma matemática simples onde a fórmula da felicidade verdadeiramente existe tendo nela um de seus fatores a forma de como nós encaramos o que a vida nos apresenta.

Devemos, então, nos preocupar em ser feliz?

Sim, com certeza! Segundo Martin Seligman, considerado o pai da psicologia positiva, quando estamos felizes, pensamos menos em nós mesmos, gostamos mais dos outros e queremos partilhar o que temos de bom. Quando estamos tristes, ficamos desconfiados, arredios e nos concentramos defensivamente em nossas próprias necessidades. A filosofia do “primeiro eu” é mais característica da tristeza do que do bem-estar.

Ainda segundo Seligman, a psicologia positiva leva a sério a esperança de que, caso você se veja preso no estacionamento da vida, com prazeres poucos e efêmeros, raras gratificações e nenhum significado, existe uma saída. Esta saída passa pelos campos do prazer e da gratificação, segue pelos planaltos da força e da virtude e, finalmente, alcança os picos de realização duradoura: significado e propósito.

Portanto, vale a pena ser feliz, sim! Mais do que um estado, a felicidade deve ser algo autêntico capaz de lhe trazer benefícios para a sua saúde, para a sua família, para a sua vida! O que você precisa saber é que esta tal felicidade é um simples fator de decisão. e o mais importante de tudo: ela depende somente de você!

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