Alunos iniciaram ontem uma oficina onde aprendem a confeccionar pipas; projeto vai até sexta-feira

Apae faz projeto de férias para alunos

Apae faz projeto de férias para alunos

A Apae (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) de Penápolis realiza desde a última semana o Projeto Férias, que visa proporcionar conhecimento cultural, lazer, diversão e recreação a um grupo de cerca de 40 alunos. As atividades irão até sexta-feira.

A coordenadora da oficina pedagógica, Maria Sueli dos Santos Marques, explica que a intenção é proporcionar férias divertidas a esses alunos. A entidade atende cerca de 400 portadores de necessidades especiais durante o ano letivo. Desses, 40 alunos com idade entre 8 e 20 anos estão freqüentando o projeto. “Muitos pais trabalham nessa época e as crianças ficam ociosas em casa e não recebem um atendimento adequado, por isso, resolvemos desenvolver essa atividade durante 15 dias”, explica.

Uma das principais atividades é a realização de caminhadas por vários prédios e instituições da cidade. Os locais escolhidos para visitação foram o Tiro de Guerra, Teatro Municipal, Santuário São Francisco de Assis, Igreja Nossa Senhora Aparecida, Biblioteca Municipal, museus do Folclore e Histórico, Funepe (Fundação Educacional de Penápolis) e praça Carlos Sampaio Filho.

Nas visitas, os alunos conhecem as particularidades das obras de artes e têm uma vivência real do espaço onde moram.

“Muitas vezes eles não costumam ir a esses locais. Com essa iniciativa, aproveitamos para aumentar a integração social de nossos alunos”.

Ela revela que a visita que os alunos mais gostaram foi aos laboratórios de biologia da Funepe. Além disso, as visitas a lojas do centro comercial e a parada em uma sorveteria também foram positivas para o grupo.

O projeto é realizado no período das 8h às 16h, na sede da entidade. Os alunos têm refeições durante o dia e são monitorados por coordenadores. Eles participam também de atividades na piscina.

A programação prevê para hoje o término da oficina de pipas que começou ontem e uma caminhada até o estádio “Tenente Carriço” para brincar.

“O aluno tem a idéia de distância, de direção e do comportamento correto que eles devem ter nas ruas”, acrescentou.

Ela explica que a iniciativa é importante na formação desses alunos. Para a coordenadora, a reposta é positiva porque eles ficam muito empolgados com as atividades, que despertam a curiosidade.




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