Lucas Matheus de Carvalho é estudante em Araçatuba. Escreve neste espaço, às quintas-feiras, como colaborador da <strong>Folha da Região.</strong>

A participação dos jovens na sociedade

Fala sério: A participação dos jovens na sociedade

Uma vez, li em um site da Internet, que o incentivo à participação dos jovens parte da perspectiva de que a juventude não é simplesmente a geração futura, mas sim uma geração que pode e deve colaborar com a sociedade em que vive hoje. Acho que essa idéia deve ser levada a sério, tanto pela sociedade, quanto pelos jovens.

A juventude não pode mais ser considerada como um "problema", até porque, é nesse período que surgem as descobertas, as dúvidas e o convívio com experiências e situações, como desemprego, violência, drogas e namoro, entre outros.

Há desafios nessa fase, que devem ser tratados com um certo "jogo de cintura" para que os problemas possam ser driblados e resolvidos.

A participação dos jovens em projetos que irão tratá-los e reconhecê-los como peças fundamentais na construção de uma sociedade diferente, onde haja mais diálogo e, acima de tudo, respeito mútuo entre as pessoas é importante.

Só assim eles poderão se descobrir, traçar metas e saber o que quer para suas vidas.

Como qualquer cidadão, o jovem tem o direito de interagir e de explorar a sua liberdade de expressão.

É importante lembrar que há uma grande diferença entre liberdade e "libertinagem".

Não se deve expressar as idéias desrespeitando os outros e mostrando insatisfação com tudo. É preciso que haja uma discussão sempre em torno de objetivos, buscando a melhor solução para os problemas e, muitas vezes, sabendo reconhecer nossos próprios erros.

Acredito que será dessa maneira que a sociedade verá que adolescente é diferente de "aborrecente", e jovem é diferente de "rebeldia".

Buscar a parceria e a orientação dos pais na resolução de algumas questões é aconselhável, embora essa não seja a solução preferencial dos jovens.

Muitos, tomados pela pressão de "amigos", acabam classificando seus pais como verdadeiros "chatos", que só querem cortar o "barato" deles. Não é bem assim!

Se esse conceito não mudar, certamente será a juventude que sairá perdendo, afinal de contas, os pais possuem a experiência necessária para nos ajudar em nossas decisões e em como não entrarmos em problemas.

É na juventude que devemos conquistar uma boa formação moral, que nos acompanhará pelo resto de nossas vidas.

A participação dos jovens nas movimentações sociais, que envolvem a cidadania e a preocupação em assumir responsabilidades, faz com que tenhamos uma mente aberta e totalmente voltada para o desenvolvimento pessoal, democrático e cidadão.

Por isso, vamos ser participativos, colaboradores, saber ouvir quem nos quer bem e enfrentar com garra nossos problemas.

Embora exista um ditado que diz: "O futuro a Deus pertence", penso que nós temos capacidade de traçá-lo. Para isso, devemos estabelecer objetivos e aprender que temos uma função muito importante para o planeta.




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